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Justiça Viva discute meios alternativos de solução de conflitos
Programação
 | 16/04/2018 - 18:15

No programa, o jornalista Luiz Rabelo fala sobre as vantagens da implementação dessas práticas no Brasil. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, o número de processos em tramitação não para de aumentar no país. Em 2016, havia 80 milhões de casos pendentes no Judiciário. E o total de demandas continua a crescer, em média, 4,5% ao ano.

Nem as alterações na Legislação Processual e a produtividade dos juízes têm sido capazes de frear esse movimento. Nesse cenário, a conciliação, a mediação e a arbitragem - as chamadas soluções alternativas de conflitos - ganham importância. Essas práticas podem ser adotadas na etapa que antecede ao início formal do processo e também durante o curso deste.

Segundo especialistas, esses mecanismos ajudam a desafogar o Judiciário e podem ser mais eficazes que o próprio processo judicial. Consciente da crescente demanda por seus serviços, o Judiciário se uniu a outros setores da sociedade e vem incentivando a adoção dessas vias alternativas.

O próprio CNJ implementou, em 2015, uma política nacional para tratamento dos conflitos de interesses.

Para falar sobre esse assunto, Justiça Viva recebe a juíza Luciana Yuki, coordenadora do Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação do TJDFT, a juíza Roberta de Melo Carvalho, que coordena o Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas do TRT da 10ª Região, e o professor José Maurício de Lima, vice-presidente do Centro Brasil de Mediação e Arbitragem.

O Justiça Viva é exibido na TV Justiça. Todas as edições do programa, produzido pela Coordenadoria de Rádio e TV do Superior Tribunal de Justiça, também podem ser conferidas no canal do STJ no YouTube (youtube.com/stjnoticias).

Exibições:

Estreia: 16/04, às 21h.

Reapresentações: 18/04, às 20h; 20/04, às 20h; e 22/04, às 21h.